31/08/2010

Assustou-te o amor....

Acostumaste-te a receber migalhas de amor, 
A limitar o carinho que nasce. 
Acostumaste-te a viver com o pouco que te davam, 
Tão só paixão,
momentos comprimidos.
 
Quando nos conhecemos, 
talvez pensaste 
Que o meu amor era igual ao amor já vivido, 
e quando te apresentei o meu amor,
Assustaste-te, 
deu-te medo ao ver tanto amor, 
Ao verdadeiro amor. 
O amor puro e sincero, 
o amor transparente, 
O amor sem limites. 
 
Esse amor que te dei,
e não quiseste, 
Porque estavas acostumada às migalhas de amor, 
E eu  pus-te o manjar na sua plenitude, 
E não te atreveste a provar do bom, 
do verdadeiro...
 
Assusto-te o amor, 
e se antes tivesse sabido, 
tinha-te dado, 
tão só migalhas, 
E talvez tivesse evitado, 
o sofrimento
De estar apaixonado.
 
O amor é dos valentes, 
Não dos covardes...
 

2 comentários:

Zé de Melro disse...

Completamente de acordo. Um covarde sempre tem reservas, um valente pensa menos, goza mais e sofre mais...

sophie disse...

E quando o amor se vai chega a covardia, ou será a covardia que não deixa o amor ganhar asas?